O que é sempre

Sim, vejo muitas vezes à minha frente um mar. Um mar único. Sem expectativas e simpático por isso. Um mar que não me sustém mas um mar cujas ondas se fundem comigo por isso não há forma de me afogar. Eu sou o mar. É aí que muita coisa acontece. Não é que possa acontecer. Não é assim que funciona. Acontece. Não há potencial. As coisas são e pronto. Isto tudo dá-me esperança, mas, novamente, esta esperança, está na minha memória. Só quando esta esperança deixar de ser uma memória e deixar de se chamar ‘esperança’ para passar a chamar-se ‘isto’… ou nem isso sequer… é que as coisas são.

Eu quero que as coisas sejam. As coisas são. Tudo é, sempre.

 

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