Body

Mastering the Body

To know what Form means – to know how Form connects with sense and feeling

To know how to make a bridge between worlds with the Form

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Tardes de fim de semana

Acho que começo a estar… demasiado ‘fora’…

Acho que começo a ser… demasiado ‘fora’…

Os meus encaixes são cada vez menos estreitos.

A minha paciência cada vez menor. Pelo que é encaixado à força. Pelo que é tido como bom, de qualidade, útil, para o bem de todos e onde vale a pena investir tempo.

Porque muita pouca coisa o é. Se é que alguma coisa ‘feita’ e ‘preparada’ pode ser de utilidade para alguém.

Mas eu compreendo. Porque as pessoas precisam ocupar as suas vidas. Tanto oferecendo algo como adquirindo. Mas os objetivos destas dinâmicas são ainda muito rudimentares. As pessoas precisam de ter objetivos certos como razão para fazer algo. Mas os objetivos enfraquecem e perdem valor só de os chamarmos assim, só de os mencionarmos.

Mas não há nada!! que não seja feito na nossa maneira de viver sem objetivos muito bem definidos.

As grandes transformações não acontecem daqui. Acontecem duma maior liberdade mas ao mesmo tempo duma maior clareza, uma maior confiança num processo que pode ser gerado praticamente sozinho. É preciso haver sabedoria e experiência e coração limpo para que isso aconteça.

Este seria o compromisso mais sincero que poderia fazer. Que os momentos que eu ocupe, assista e crie sejam de tal forma limpos e verdadeiros que não precisem de um objetivo pensado.

O que é sempre

Sim, vejo muitas vezes à minha frente um mar. Um mar único. Sem expectativas e simpático por isso. Um mar que não me sustém mas um mar cujas ondas se fundem comigo por isso não há forma de me afogar. Eu sou o mar. É aí que muita coisa acontece. Não é que possa acontecer. Não é assim que funciona. Acontece. Não há potencial. As coisas são e pronto. Isto tudo dá-me esperança, mas, novamente, esta esperança, está na minha memória. Só quando esta esperança deixar de ser uma memória e deixar de se chamar ‘esperança’ para passar a chamar-se ‘isto’… ou nem isso sequer… é que as coisas são.

Eu quero que as coisas sejam. As coisas são. Tudo é, sempre.

 

É assim:

Há uma conexão. Há várias conexões a serem descobertas.

É este o jogo.

Eu sinto. E tu? Também sentes? As mãos podiam ser dadas mais vezes. Mais facilmente. Sem proibições. Sem vergonhas. Eu quero, eu dou. Afinal o que significa dar a mão? Só isso. É só fazer uma conexão que tem mesmo de ser feita naquele momento. Tudo pede. Nós é que evitamos e mais tarde o sonho vai tornar-se muito, demasiado intenso. Qual sonho? O que me conta o meu desejo por ti. O mundo grita-nos: vai! Mas nós dizemos que não, porque não queremos ser abanados.

Tightness

Don’t be too tight.

It is not creative.

It is obsessive.

It gives you no vision.

It isolates you.

It makes you believe it is not possible.

It brings you something old. Again and again.

It brings you back. Again and again.

 

Mesmo nos teus gestos, na tua forma de andar, nas tuas palavras, nas tuas roupas. Don’t be too tight.

A huge desire. impossible to ignore.

Hoje só queria dizer isto: somos muito maiores do que pensamos.

Vamos seguir os nossos desejos, as nossas fantasias e esperar para ver. não! vamos senti-lo.

A nossa vontade guia-nos. E a nossa vontade é tão grande. É por isso que podemos ser grandes.

A nossa vontade não pode olhar a pormenores. Ela não olha.

Eu quero… Neste momento tenho vontade de… A minha obsessão é… Ultimamente só penso em…

É possível seguir. E esquecer os pais.

É sim. É paixão. E faz-nos sentir do tamanho da vida. Do tamanho que temos de ser.

Vamos deixar-nos surpreender pela nossa criatividade. Vamos deixar que os nossos desejos nos provem que afinal não nos conhecemos assim tão bem. Vamos deixar de ser tão mortos por opção. Que a nossa opção seja agora a infinita abertura. A infinita renovação.

 

O que é que me fez pensar nisto tudo? isto:

http://revistatpm.uol.com.br/especiais/mulheres-que-lutam/a-luta-de-lola-benvenutti.html