O início

Decidi criar este separador depois de ver um vídeo TED com o título “O poder da vulnerabilidade” de Brené Brown. Sendo algo que ultimamente me tem despertado a atenção, decidi criar uma página totalmente dedicada a este tema.

Fala-se aqui da vulnerabilidade, sensibilidade, capacidade de reconhecer e libertar as emoções como forma de ser mais saudável, adquirir um maior bem estar, conseguir uma maior ligação comigo próprio e com os outros, conseguir libertar e expandir o meu ser.

As emoções são importantes. Não as podemos esconder ou tornar-nos insensíveis a elas. Porque elas dizem muito. E esse aprisionamento é a base de tantos problemas. Mas estar vulnerável é difícil, apesar de ser essencial. Então como lidar com esta vulnerabilidade? É isso que eu tento descobrir.

Isto tudo porque tenho de perceber, tenho de entender realmente porque é que as pessoas deixam arrastar, porque é que vão tão longe num comportamento disfuncional quando a solução pode ser tão simples! O que é que nos impede? Falta de percepção do verdadeiro problema? Falta de coragem? Medo? O que é realmente?

Tenho sido observadora. Não é só através da leitura que vou tentando perceber isto tudo. É principalmente através da observação do mundo real e de mim própria que todas estas dúvidas surgem. E a surpresa e perplexidade vêm quando percebo que problemas tão grandes podem surgir de coisas tão pequeninas. E que podem ser resolvidas. Penso que é sobretudo uma falta de entendimento muito grande, falta de análise real, falta de nos ouvirmos a nós próprios, falta de tempo real para tentar perceber. Vivemos a vida com um desprendimento tão grande de nós próprios, seguimo-la sem a questionar, respondemos de forma automática. O sentimento que tenho é que somos tão básicos, tão pré-históricos no que toca ao entendimento de como funcionamos.  A falta de entendimento das nossas emoções, a incapacidade de ser vulnerável é um exemplo disso. Eu não tinha noção mas fui-me apercebendo cada vez mais que a falta de maturidade emocional é um problema que está presente. Tão presente! E só quero entender porquê. E se possível, resolvê-lo em mim, pelo menos.

O mundo precisa de se curar e a cura também passa por aqui: entender e lidar com as nossas emoções.

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